Paz e solidariedade


crônica

Solidariedade em pauta


"A vida tem que ser comunh�o..."
Milton Nascimento - Fernando Brant



Crescem no Brasil as iniciativas solidárias. Foi o que o constatou uma pesquisa da Datafolha no ano passado, por esta mesma época. A proximidade do Natal costuma aumentar o desejo de se ser solidário. A crença na necessidade de uma ação social, por quaisquer motivos, é geral. Das 1.080 pessoas entrevistadas, 92% acreditam que o trabalho voluntário é necessário. No entanto, apenas 20% dessas mesmas pessoas já atuaram como voluntários em alguma instituição, campanha ou fizeram doações. O tempo, ou melhor, a falta de tempo é a justificativa para 61% daqueles que não conseguiram realizar nenhum ato de solidariedade.

Segundo a pesquisa, os obstáculos maiores ao trabalho voluntário são, na ordem: o tempo e o dinheiro. As áreas mais necessitadas, segundo aqueles que desejam ser solidários e pretendem desenvolver alguma ação social, são: 1) saúde (47%), 2) educação (27%), 3) esporte/lazer (21%), 4) meio ambiente (17%) e 5) área cultural. As frentes de atuação para aqueles que já realizaram ou realizam alguma atividade beneficente são variadas. No ranking de atuação o quadro é o seguinte: 29% atuam junto a igrejas; 18% participam em instituições ou associações, outros 18% em campanhas (do agasalho, contra a fome, etc), 9% em centros espíritas, 8% em associações de bairro, 5% em colégios, 5% em creches e orfanatos. Somando-se as igrejas e os centros espíritas, teremos 34% de voluntários ligados à religião, o que é número bastante expressivo.

No entanto, é ainda muito acanhado o número de voluntários (e solidários) no Brasil. Os Estados Unidos, país do culto ao individualismo extremo, contraditoriamente, é o país com maior número relativo e absoluto de voluntários e filantropos. Os milionários americanos criam fundações para empregar as suas fortunas em ações sociais (daí nasceram as maiores universidades americanas). As empresas americanas, por sua vez, descobriram que desenvolver ações visando o bem comum traz claras vantagens competitivas diante dos seus concorrentes. No entanto, seja por contágio, seja por consciência ou por necessidade, tem-se ampliado em nosso país as ações sociais.

Uma das razões para essa mobilização solidária (e silenciosa demais a nosso ver) é a constatação de que o Estado é um péssimo gerente do dinheiro público, e que esperar pelas ações governamentais é pura perda de tempo. O próprio Ministério da Educação constatou este fato tão óbvio. O estímulo à criação das Associações de Pais e Professores não é motivado senão por esta constatação. Não por acaso os recursos destinados pelo MEC diretamente às escolas é gerenciado pelas APPs. Não passam pelos cofres dos Estados e Municípios, nem tampouco pela conta corrente dos diretores. A despeito da habilidade de alguns diretores em desviar verbas das escolas, a fórmula tem dado certo.

As ações sociais tem se desenvolvido melhor além das esferas de ação governamental. Stephen Kanitz (que é brasileiro, contador, consultor empresarial e ex-editor do suplemento da revista Exame - 500 Maiores Empresas) tem criado várias campanhas para estimular as ações sociais. O prêmio Bem Eficiente e a Campanha Seja um Voluntário são dois bons exemplos. Ele também lançou em Washington, o The 100 Most Efficient Non Profits of Brazil (As 100 mais eficientes entidades beneficentes do Brasil). A idéia do lançamento do livro é atrair o generoso capital das fundações filantrópicas americanas (ou melhor algumas das 44.000 existentes). Somente 3 delas são atuantes hoje no Brasil.

Nota-se que fazer o bem já um grande negócio. E quando nós nos engajamos como voluntários em qualquer atividade ou projeto social, o maior beneficiado somos nós mesmos. Se não 'lucrarmos' nada com o negócio, com certeza nos tornaremos, no mínimo, mais humanos. O que não é pouco, diga-se de passagem.

Porto Velho, 29 de novembro de 1998.

http://abelsidney.vilabol.uol.com.br/cro23.html

Escrito por pancreas,santos,edinger às 09h29
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poesia

BUSCA DA PAZ

Eu procurei a paz
no momento da guerra,
e busquei o sentido
da dor incerta...
E procurei a resposta
no momento da dúvida,
e busquei a promessa,
no milagre da cura...
Eu procurei a salvação no momento da penitência,
e busquei a oração,
no momento da aflição...
E procurei a solução
no momento da fraqueza,
e busquei a razão
no momento da incerteza...
Eu procurei o conforto
no momento da partida,
e busquei o consolo
na hora da despedida...
E procurei a esperança
num momento descrente,
e busquei a fé
que se fazia tão ausente...
Eu procurei o alívio
no momento de dor,
e busquei as lágrimas
no momento de pudor...
E eu procurei a crença
no momento ateu,
e me encontrei
nos braços de Deus...

Jéssica Swan

http://www.prosaepoesia.com.br/poesia/diversas/busca_da_paz.asp

Escrito por pancreas,santos,edinger às 09h18
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Paz eu mereço paz
Na guerra de nervos
Que você faz
Paz eu quero paz
Meu bom rapaz paz
No apartamento apertado
Peço paz
No coração apertado
Peço paz
Peço paz na vida
Peço paz na morte
Paz

Cazuza

http://cazuza.musicas.mus.br/letras/85101/

Escrito por pancreas,santos,edinger às 09h17
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charge feita por nós



A charge retrata a violência com o garoto apontando a arma para o outro. Contudo, esse ato é ironizado, pois a arma é de brinquedo, mostrando a palavra paz (ao invés do tradicional BANG!). Depois, o segundo personagem dá a mensagem que mostra a verdadeira idéia da charge.

Escrito por pancreas,santos,edinger às 10h59
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quadrinhos



Escrito por pancreas,santos,edinger às 10h38
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Escrito por pancreas,santos,edinger às 09h48
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entrevista


Entrevistas Anteriores

Solidariedade não tem idade
Aos 70 anos de idade, a dona Mathilde Silva, que nasceu na Alemanha e hoje mora em Osasco, na Grande São Paulo, é uma comprovação daquele adágio: se você precisa de um voluntário, procure alguém muito ocupado, que não tem tempo de sobra. Como a dona Mathilde, que parece uma avó como tantas outras. Mas não é não. Desdobra-se durante o dia para cuidar de cinco netos enquanto as filhas trabalham. De noite, ela é a enfermeira de quem não tem nenhum acesso aos serviços de saúde pública. Após a morte de um filho, a luterana dona Mathilde, junto com uma médica, abriu um posto de saúde informal, que atende à noite, na igreja católica Nossa Senhora das Graças, no Jardim Roberto, um dos bairros mais pobres de Osasco. Nesta entrevista realizada pelo jornalista Chico Lins, a dona Mathilde conta como redescobriu o sentido da vida no trabalho voluntário.
Portal - Como se chama o projeto no qual a senhora trabalha em Osasco? O que vocês fazem?

D. Mathilde - Nosso projeto não tem nome, pois quando nos demos conta já estávamos trabalhando. Atendemos e tratamos de pacientes que não conseguem tratamento digno na rede pública, tanto quanto está no nosso alcance. Atendemos em média 10 pessoas por noite a partir das 18 horas. Contamos hoje no nosso posto com mais ou menos 2500 prontuários. Quando a pessoa não pode se locomover a gente vai até a casa deles, em casos graves acompanhamos o paciente até o hospital ou pronto socorro públicos.

Portal - Como é organizado o trabalho? Quantos são os voluntários?

D. Mathilde - Atendemos aos pacientes em um anexo da Igreja Nossa Senhora das Graças no Jardim Roberto em Osasco. Sempre á noite. Nosso projeto é informal e conseguimos o apoio necessário apenas de amigos, através do padre, farmacêuticos, etc... De voluntários temos a doutora Helga Hering que é médica, eu sou enfermeira, Virginia também é enfermeira e Francisco é recepcionista e mantém as dependências limpas.

Portal - Como e por que a senhora envolveu-se nesta ação voluntária?

D. Mathilde - Vivemos a 2ª Guerra na Alemanha (eu e a doutora Helga) e sabemos o que é dor, fome, frio, sofrimento... Em 1985 perdi meu filho de 22 anos e superei a dor ajudando outras pessoas. Sou voluntária desde 1986.

Portal - Que benefícios este trabalho trouxe para sua vida?

D. Mathilde - Me sinto cada vez mais útil e realizada. Minha maior alegria foi ter colaborado com a recuperação de um garoto de 14 anos, salvo em uma situação de emergência. É maravilhoso vê-lo pelo bairro saudável novamente.

Portal - Que recomendações a senhora daria a pessoas da terceira idade, como a senhora?

D. Mathilde - O trabalho voluntário rejuvenesce. Ajudar ao próximo ao invés de ficar lamentando-se trará certamente muitos benefícios.


http://www.portaldovoluntario.org.br/site/pagina.php?idconteudo=430

Escrito por pancreas,santos,edinger às 09h46
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polêmico

Interpretação gera polêmica sobre "testamento espiritual" do papa
EMILIA BERTOLLI
da Folha Online

O tão esperado documento escrito pelo papa João Paulo 2º, o chamado "testamento espiritual" [que reúne reflexões do sumo pontífice e foi aberto após sua morte, no último sábado], gerou uma polêmica em torna da interpretação de algumas das palavras do Santo Padre.

O conteúdo das 15 páginas manuscritas deixadas pelo papa, divulgado nesta quinta-feira pelo Vaticano, trazia três informações que ganharam destaque: o papa expressou seu desejo de ser enterrado na Polônia [mas deixou a cargo dos cardeais a decisão final], pediu para que suas anotações pessoais fossem queimadas e sinalizou vontade de entregar seu destino nas mãos de Deus, em 2000, quando sua saúde piorou por causa do mal de Parkinson.

Este último desejo é apontado no texto com a frase: "É preciso que eu me pergunte se não é hora de seguir o exemplo de Simeão na bíblia, "Nunc dimittis" --expressão em latim que se refere a um trecho da bíblia que conta sobre o encontro de Simeão com o menino Jesus. Ao tomar a criança [Jesus] nos braços, Simeão diz: "Agora, Soberano Senhor, podes dispensar em paz o Teu servo, segundo a Tua palavra, porque meus olhos viram a Tua salvação."

Mídia

O documento foi escrito originariamente em polonês, mas o Vaticano forneceu à imprensa duas versões: em polonês e em italiano.

Imediatamente após a divulgação dos trechos do documento, agências de notícias internacionais reproduziram a informação de que o papa tinha considerado renunciar em 2000. Em todo o mundo, jornais publicaram a suposta confissão de renúncia de João Paulo 2º.

Os sites dos jornais italianos "Corriere della Sera" e "La Repubblica" se referiram ao trecho interpretando-o também como um sinal do desejo de renúncia do papa. Depois, o colunista do "Corriere della Sera" Luigi Accattoli publicou um artigo em que afirmava que a demissão do papa era um "equívoco midiático", dizendo que "os leitores apressados [do documento do papa] interpretaram a palavra em latim "dimittis" como "dimetti" [flexão italiana do verbo dimettere, que significa "demitir-se"]", o que teria gerado a interpretação equivocada.

Em inglês, as agências de notícias Reuters e Associated Press usaram a palavra "resign" [que significa resignar-se, renunciar, conformar-se, submeter, demitir-se, abandonar] para se referir ao possível desejo de renúncia do papa.

Nesta sexta-feira, Accattoli voltou a criticar a falsa interpretação dizendo que os profissionais não souberam interpretar corretamente o texto, e chamaram de renúncia um desejo de morte: "não enxergamos que aquelas duas palavras [referindo-se a 'nunc dimittis'] --nem a intenção do papa-- se referiam à renúncia, mas, sim, à vida após a morte".

Ninguém nunca vai saber

"Nunca ninguém vai saber o que se passava no coração do papa ao falar isso", disse dom Antônio Celso Queirós, 71, vice-presidente da CNBB (Confederação Nacional de Bispos do Brasil). "Se não houver alguém que conviveu com ele, a quem ele tenha feito alguma confidência, ninguém nunca vai saber."

O bispo brasileiro explica que o "testamento espiritual" do papa provavelmente foi redigido durante os retiros espirituais do sumo pontífice, e refletem reflexões feitas durante esse período.

"Essa citação do Evangelho tanto pode ser 'senhor, entrego-me a suas mãos, pois chegou a hora da minha morte', como 'iluminai-me para que eu tome a decisão correta', que, segundo o bispo, significaria a sinalização de uma possível renúncia."

O "nunc dimittis" também é uma oração rezada todas as noites pelos eclesiásticos, que encerram o ofício noturno com as palavras de Simeão, de acordo com dom Antônio.

"Acho natural que o papa, aos 80 anos, fizesse um autoquestionamento a respeito da continuidade de sua missão. Eu, que tenho 71 anos, já me perguntei também se deveria continuar", diz Queirós, explicando que seu questionamento refere-se à continuidade ou não de sua atividade episcopal.


http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u82620.shtml

Escrito por pancreas,santos,edinger às 09h45
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noticia

21/03/2005 Solidariedade distribui R$ 2,7 milhões para instituições O governador Paulo Souto e o secretário da Fazenda, Albérico Mascarenhas, entregaram dia 23/03, às 10 horas, no Teatro do Cuca, Centro Universitário de Cultura e Arte, em Feira de Santana, mais R$ 2,7 milhões em recursos para as instituições que participaram da 5ª etapa da 2ª fase do Sua nota é um show de solidariedade.
O prêmio é o maior dado até agora pelo projeto e foi distribuído entre 500 instituições sociais e de saúde que se classificaram nesta etapa. Pela primeira vez, a solenidade de entrega dos prêmios aconteceu no interior.
Prêmios
Na área de saúde, a Associação Obras Sociais Irmã Dulce foi a instituição campeã com mais de 5 milhões de notas e cupons recolhidos, conquistando o maior prêmio no valor de R$ 378.303. A Liga Álvaro Bahia contra a Mortalidade Infantil - Hospital Martagão Gesteira e a Liga Baiana Contra o Câncer - Hospital Aristidez Maltez aparecem logo em seguida, com os prêmios de R$ 220.813 e R$ 165.653, respectivamente. Todas as três se enquadram na faixa D (acima de 120 leitos).
Entre as instituições sociais, o maior prêmio foi conquistado pela Associação de Amigos da Pastoral da Criança - AAPAC, de Teixeira de Freitas, que ficou em 1º lugar da faixa C (de 50.001 à 300.000 habitantes). Com uma arrecadação de 4,6 milhões de notas e cupons fiscais, a instituição garantiu o benefício de R$ 142.725.
O Dispensário Santana, de Feira de Santana, conquistou o segundo maior prêmio da área social no valor de R$ 118.098. O terceiro lugar ficou com o Grupo de Apoio à Criança com Câncer, de Salvador, que arrebatou o prêmio de R$ 62.946. Ambas pertencem à faixa D (acima de 300.000 habitantes).
Solidariedade em Feira de Santana
A cidade de Feira de Santana está presente em todas as etapas do Sua nota é um show de solidariedade com instituições da área social e de saúde. Na 5ª etapa, 35 entidades do município se classificaram, arrecadando 7,8 milhões de documentos fiscais, o que corresponde a 14% do total de notas e cupons fiscais arrecadados. As instituições classificadas vão receber, ao todo, R$ 278.457,80 em prêmios.


http://www.sefaz.ba.gov.br/scripts/noticias/noticia.asp?LCOD_NOTICIA=1386

Escrito por pancreas,santos,edinger às 09h43
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Campanha publicitaria

Doe Vida. Doe Órgãos.
O nascimento é a celebração maior da vida, quando uma nova pessoa surge e traz felicidade para todos. Mas existe outro momento que enche de alegria os corações de muitos: é o nascer de novo. A oportunidade de recomeçar a vida, quando as esperanças já são poucas, é o maior presente que alguém pode receber. E existem pessoas que precisam muito deste presente. Por isso, o Ministério da Saúde está investindo na conscientização a respeito da Doação de Órgãos. Sua participação é fundamental.


http://dtr2001.saude.gov.br/transplantes/hotsite/index.htm

Escrito por pancreas,santos,edinger às 09h42
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Paz e Solidariedade

Sobre o cartaz
O cartaz quer despertar sentimentos e estimular a reflexão. A paz não é algo que se ganha da noite para o dia. É um processo de sensibilização, de conquistas e de vitórias que começa dentro de cada um de nós e passa para dentro de nossas casas e cidades, podendo um dia chegar a atingir todo o planeta.
O tema, no cartaz, é expresso de forma lúdica. A idéia central é ver a busca da solidariedade e da paz como um caminho de construção de alegria, e não como uma obrigação penosa.
A leitura do cartaz começa no título, passa pelo abraço e segue pelas bandeiras, onde se localiza a logomarca do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), que promove a CF-2005 Ecumênica e representa as instituições que apóiam e incentivam a busca e manutenção de um ambiente de paz e de ternura.
A imagem da menina foi escolhida porque parece não haver nada mais puro e sincero que o sorriso de uma criança. Seus sonhos e desejos são transmitidos num olhar de carinho, que clama por cuidado, proteção e amor. Seus longos braços abertos abraçam uma importante causa, tornando-a receptiva a qualquer pessoa que queira construir algo diferente da violência geral em que vivemos hoje em dia. O desenho estilizado, em vez de fotografia realista, faz da criança a imagem de todas as crianças ou de todas as pessoas, sem identificação específica de classe ou etnia.
Usamos uma figura clássica de pedido de paz: as bandeiras brancas que se destacam numa grande Terra, sem identificar territórios específicos. A paz, sugerida já iniciada pelo abraço da criança, deve se estender ao mundo inteiro.
O cartaz sugere que queremos ver o mundo com os olhos de uma criança, que devemos deixar a criança existente em cada um de nós falar mais alto, para observar o mundo como ele deve ser: um mundo feliz, de solidariedade e de paz.
Queremos um mundo onde as crianças - sinal dos pequenos amados por Deus - possam brincar em paz. Um mundo seguro para os pequenos será um mundo seguro e feliz para todos.
Criação do Cartaz: Elaine F. Carvalho, Fausto Alves, Thaiz H. Tartari e Marina Franco Alves, alunos do Curso de Publicidade e Propaganda da PUC-Campinas, vencedores do Concurso Nacional para Cartaz da CF-2005 Ecumênica.


http://www.dillingenfranciscanas.com.br/cf2005/cartaz.htm

Escrito por pancreas,santos,edinger às 09h38
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Histórico
  10/07/2005 a 16/07/2005
  19/06/2005 a 25/06/2005
  12/06/2005 a 18/06/2005


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